O que é dependência química?

Uma dúvida muito comum que as pessoas têm é a respeito de o que é dependência química, compreender melhor a dependência química é essencial fique por dentro

Uma dúvida muito comum que as pessoas têm é a respeito de o que é  dependência química, apesar de esse ser um tema muito frequente para a população mundial.

Assim, compreender melhor a dependência química é essencial para saber a importância de procurar auxílio, para si mesmo e para pessoas próximas, como os familiares que sofram com esse problema.

Pensando em tratar de tudo referente a esse assunto, resolvemos trazer esse artigo comentando sobre do que se trata a dependência química.

Aqui você verá como a Organização Mundial de Saúde (OMS) define a dependência química e que são as formas mais indicadas para tratar esse problema tão comum no Brasil e no mundo.

Continue acompanhando esse texto para saber mais sobre esse tema!

Dependência química: Entenda o que é!

Segundo a OMS, a dependência química pode ser definida, em termos gerais, como um estado psíquico e também físico (em algumas situações) que resulta da interação entre o indivíduo e uma substância química.

Essa substância pode ser o tabaco, as bebidas alcoólicas, a cocaína, a maconha, o crack ou qualquer outra que promova a dependência do indivíduo.

Além disso, a dependência química ainda pode ser caracterizada por constantes modificações de comportamento de quem faz uso da substância química e outros tipos de reação, entre eles o impulso forte para consumo da substância.

O objetivo do consumo de forma contínua ou de modo constante e periódico é poder experimentar todos os efeitos proporcionados a nível psíquico e também para evitar o surgimento de efeitos prejudiciais derivados da privação do uso.

Para que alguém possa ser considerado como dependente químico, de acordo com a Associação de Psiquiatria Americana, deve-se existir a presença de pelo menos três dos seguintes critérios:

  • Síndrome de abstinência, que terá os sintomas típicos de acordo com a falta de uso de cada substância, sendo ela aliviada pelo consumo da mesma
  • Desejo de realizar o consumo da substância de maneira persistente e/ou a incapacidade para controlar esse consumo
  • Aumento da tolerância à substância, sendo necessária quantidades cada vez maiores dela para que seja preciso sentir os efeitos psíquicos e físicos da mesma
  • Tempo demasiado sendo gasto para ser possível obter a substância para consumi-la
  • Redução do contato com as pessoas e do círculo social por conta do uso das substâncias
  • Consumo da substância por um longo período (muito prolongado) e em quantidades muito maiores do que se planejou
  • Continuidade no consumo da substância, mesmo com os prejuízos que ela ocasiona

Assim, através da observação desses sinais e sintomas é possível perceber se o indivíduo realmente está sofrendo já com a dependência química de alguma substância.

Tratamento contra a dependência química

Após o indivíduo ser diagnosticado com dependência química, torna-se essencial a busca pelo tratamento contra essa doença crônica.

Apesar de ser possível tratar-se em casa, não são todas as pessoas que conseguem sair do vício sem um auxílio profissional.

Por conta disso, as clínicas de reabilitação são extremamente importantes no que diz respeito ao tratamento contra a dependência química, onde o paciente receberá uma atenção maior e um acompanhamento constante.

Hoje em dia já existem clínicas de reabilitação voltadas para os mais diversos públicos, como o masculino, o feminino, o adolescente e o idoso.

Para que o tratamento contra a dependência química seja eficaz, torna-se essencial que ele seja multimodal, ou seja, que tenha diversos modos.

Entre as principais formas de tratar esse problema podem ser citadas o uso de medicamentos para auxiliar na desintoxicação do dependente químico e para reduzir os sintomas da abstinência.

A psicoterapia individualizada é importante para que o paciente possa compreender o problema que possui e consiga aderir com mais facilidade ao tratamento, ajudando-o a ter resultados mais positivos.

Além da terapia individual, ainda é possível realizar o tratamento por meio das terapias em grupo, em que há a troca de experiência entre todos os pacientes ou um grupo deles.

Algumas clínicas já colocam também em seu programa de tratamento as reuniões familiares, que servem para aproximar os dependentes dos seus entes queridos, que muitas vezes estão afastados.

Também fazem parte do tratamento contra a dependência química a alimentação equilibrada e a prática de atividades, entre elas as atividades físicas e outras de hobby, tais como jardinagem e manutenções.

Tudo isso permite que o dependente químico tenha uma melhora não só do quadro psíquico, mas também da questão física da saúde, o que resulta em uma reabilitação muito mais eficaz.

Formas de internação em clínica de reabilitação

Dentro das formas de internação possíveis em uma clínica de reabilitação existem três tipos: a internação voluntária, a internação involuntária e a internação compulsória.

O primeiro tipo de internação é a internação voluntária, que é aquela em que o próprio dependente toma a iniciativa de ser internado, buscando assim um tratamento para o vício que possui.

Em geral, o auxílio da família é também importante para que o dependente possa encontrar uma clínica segura e de qualidade para tratar-se.

O dependente irá passar por uma avaliação de um médico responsável pelo local, que irá direcioná-lo para o tratamento mais adequado ao seu caso.

Para dar entrada, torna-se extremamente necessário que o dependente químico assine um termo de consentimento de que aceita o tratamento por vontade própria.

No caso da alta do paciente, ela pode tanto ser requisitada pelo próprio como também ser dada pelo médico responsável pela clínica.

Se for o próprio paciente que pedir a alta, o mesmo deve assinar outro termo de consentimento deixando bem clara a sua decisão.

O próximo meio de internação em uma clínica de reabilitação é a internação involuntária, que é aquela em que não há o consentimento do dependente químico.

Esse tipo de internação pode ser requisitado por um familiar, responsável legal ou por um profissional da saúde (desde 2019), ao perceberem que o indivíduo representa um risco não só para si mesmo como para terceiros.

Para a internação involuntária, o dependente químico precisa passar por uma avaliação médica e a sua entrada na clínica deve ser informada ao Ministério Público do Estado.

No caso da alta, o paciente não poderá requisita-la, podendo ela apenas ser pedida ou pelo familiar ou responsável legal, ou ainda pelo próprio médico responsável pela clínica e também deve ser informada ao MPE.

Por último, outra forma de internação é a internação compulsória, que é aquela que é requisitada por um juiz, ou seja, por um pedido judicial que deve ser embasado por um laudo médico.

Esse é um tipo de internação que é uma forma de proteger o dependente químico, quando ele não possui ninguém que possa requisitar sua internação e quando ele torna-se um risco para si próprio e para as pessoas próximas a ele.

Da mesma forma que ocorre com a entrada, a saída da clínica de reabilitação só pode ser concedida, nesse caso, após um outro pedido judicial liberando o paciente, que também deve ser embasado em um laudo médico.

Grupo CTA Reabilitação

Precisando de uma clínica de reabilitação para tratar um dependente químico?

Então o Grupo Vitta Life pode lhe auxiliar nesse processo, possuindo diversas clínicas espalhadas pelo Brasil para atender todos aqueles que desejarem um tratamento efetivo e de qualidade.

As unidades do grupo estão presentes:

Outro ponto positivo a favor das clínicas do Grupo CTA é o fato de ela contar com clínicas específicas para diferentes grupos, como clínicas para o público masculino, o público feminino e para adolescentes.

A equipe que trabalha nas unidades do grupo é extremamente capacitada para atender os dependentes químicos de álcool e de qualquer outra substância.

Os tratamentos são humanizados e específicos para cada caso, sendo assim o paciente tem aquelas formas de se tratar de acordo com a dependência que possui.

Isso permite que as chances de reabilitação sejam muito maiores do que em qualquer outra clínica de recuperação, garantindo que o dependente poderá voltar à sua vida pessoal, social e profissional anterior.

Também é importante ressaltar a reabilitação da saúde mental e física.

Conclusão

Como você viu, a dependência química é um tema que ainda é bastante tabu no Brasil, mas que a cada ano vai passando a ser melhor conhecido e mais bem tratado, quanto mais as pessoas conhecem sobre ele.

Neste texto, mostramos a você qual é a definição dada pela OMS para a dependência química, bem como os sintomas que diagnosticam que alguém pode estar sofrendo com ela.

Ainda foi falado aqui sobre as formas de tratamento contra a dependência química e também dos modos de se internar um paciente que é dependente químico em uma clínica especializada.

Para contar com o auxílio desejado, você pode buscar as unidades do Grupo CTA Reabilitação Brasil para realizar o tratamento desejado contra a dependência química.

Gostou do artigo de hoje sobre o que é dependência química?

Se você ficou com alguma dúvida sobre esse assunto, escreva-a abaixo nos comentários para que eu possa ajudá-lo.

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0 thoughts on “O que é dependência química?”

  • Clínica De Recuperação Gratuita: Como Funciona? – Grupo CTA Brasil

    […] O que é dependência química? […]

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  • Clínica de Recuperação que Aceita Convênio Médico – Grupo CTA

    […] O que é dependência química? […]

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  • Clínica de Recuperação que Aceita Convênio Médico – Grupo CTA

    […] Neste artigo, você irá entender melhor sobre a clínica de recuperação que aceita convênio médico e vai entender melhor também sobre vários pontos que envolvem a dependência química. […]

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